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Como combater a doença Mal-das-Folhas da Seringueira

Como combater a doença Mal-das-Folhas da Seringueira

O artigo do site CPT aponta quais são as principais pragas que atacam as seringueiras.

 

Quais estratégias podem ser adotadas no caso da doença Mal-das-Folhas da Seringueira.

As principais pragas e doenças que atacam as seringueiras são:

  • Pragas da Seringueira - Mandarová
  • Doenças da Seringueira - Mal-das-Folhas da Seringueira
  • Doenças da Seringueira - Queda Anormal
  • Pragas da Seringueira - Percevejo ou Mosca de Renda e Ácaro da Seringueira
  • Doenças da Seringueira - Requeima e Antracnose
  • Doenças da Seringueira - Oídio, Mancha Concêntrica e Mancha de Alternaria

No caso da doença Mal-das-Folhas da Seringueira pode-se adotar as seguintes estratégias:

1 - A solução genético-ecológica

Trata-se do plantio da seringueira em áreas com estação seca definida na época de troca de folhas, condição que é desfavorável à manifestação epidêmica do fungo M. ulei (Microcyclus ulei) e que não afeta o bom desempenho da seringueira, uma vez que a mesma apresenta plasticidade fenotípica. Essas áreas incluem o Planalto de São Paulo, Mato Grosso, Maranhão, Goiás, Paraná, Minas Gerais, parte do Extremo Sul da Bahia e outras regiões com características similares.

2 - O melhoramento genético

Realizado por meio do cruzamento entre espécies com características de alta produção e tolerância ao M. ulei. Esse método envolve um criterioso trabalho de cruzamentos, seleção de plantas em viveiros de prova, experimentos em pequena escala e avaliações em larga escala, onde também se verifica a interação genótipo versus ambiente.

3 - A solução genético-cultural

É outra alternativa buscada por meio da enxertia de copas resistentes ao M. ulei sobre painel de clones altamente produtivos.

O seringal pode também ser atacado por vírus, bactérias e nematoides. A intensidade dos danos depende das condições climáticas e culturais. Normalmente, as aplicações dos produtos químicos, são efetuadas através de pulverizadores acoplados em máquinas com alta potência para pulverizações de grandes áreas, ou com pulverizadores costais motorizados, em áreas menores. Pode-se, ainda, em pequenas culturas, ser utilizado o pulverizador costal manual.

 

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Fonte: Primeira Página, com informações do site CPT.

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